Encerrado o expediente dos chamados dias úteis, desligo o computador e saio na tarde luminosa deste sol outonal, a tempo de aproveitar o tempo. Poderão dizer que sou um sortudo. Pois sou, e ainda que me seja difícil narrar com fidelidade toda a gama de sensações, cheiros, cores, sons, temperaturas, paisagens, descobertas, reflexões e alguns sustos pela azelhice dos automobilistas, tenho um chão imenso à minha frente para as rodas tocarem.

Sempre gostei de ter a minha solidão. Uma pequena necessidade de me encontrar só por uns momentos, só meus. E na bicicleta encontro as forças que necessito para pensar, reflectir com destino, o mesmo de sempre. O caminho poderá ser longo, a estrada tortuosa, mas esta minha via verde incentiva-me a seguir, a prosseguir no pedal e a chegar lá, apreciar um olhar, absorver as alegrias que recebo nos seus sorrisos. Olá Mãe, olá Pai.

Sempre gostei de ter a minha solidão. Uma pequena necessidade de me encontrar só por uns momentos, só meus. E na bicicleta encontro as forças que necessito para pensar, reflectir com destino, o mesmo de sempre. O caminho poderá ser longo, a estrada tortuosa, mas esta minha via verde incentiva-me a seguir, a prosseguir no pedal e a chegar lá, apreciar um olhar, absorver as alegrias que recebo nos seus sorrisos. Olá Mãe, olá Pai.

Desculpem, fui acordado pelo telemóvel!...

3 comentários:
Estou, sim. Espero que vás continuando assim, saudável de corpo e de mente. :)
Eheheh, com que então a sonhar acordado... :)))
As duas últimas fotografias estão giríssimas! (a primeira também está boa, mas gosto mais destas, sendo que a última é muitíssimo original...)
Há uma depreciativa frase feita, que é muitas vezes utilizada: está uma sombra do que foi!
Evidentemente que este não é o caso já que te encontras em grande forma.
São fotos lindas (concordo que a última é a melhor) bem feitas e muito imaginativas.
O pôr-do-sol está perfeito!
Akele abraço, pah!
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