quarta-feira, abril 14

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Não dá para disfarçar a vontade que tenho tido em ficar "offline" para o expediente e bloquear este irritante sentido do dever que não abranda. Adoraria se um simples combinar de teclas, um "crtl + c", me guardasse todos os bons momentos que vivi, aqueles que gostaria de reviver a qualquer instante e me bastaria digitar "ctrl + v" para ter tudo de volta! E há alturas em que daria um jeito do caraças ter um "ctrl + z" na vida para desfazer as asneiras que fazemos. Mas a vida não é assim tão simples, e o melhor de não o poder ter é aprender e não voltar a cometer o mesmo erro. Neste “login” permanente que é a vida, temos mais é de a viver, aproveitar e seguir em frente. Aproveitar cada momento que pudermos. Afinal como poderemos nós saber quando vai o computador dar o berro. Pois é, é isso mesmo o que tenho feito nestes dias, tenho saído mais do teclado, saído mais do gabinete, mas não tem sido fácil!


7 comentários:

Tó disse...

Qual Jornal Diário, o teu Gabinete está melhor que nunca, mesmo passando por momentos de desinspiração ou de perguiça,estás proibido de falhar uma publicação....

P.S: Este teclado é original, onde comprás-te???

Abraço Mano

paulofski disse...

Olha Tó, preguiça, tenho muita e desinspiração, nem se fala. São outras transpirações que me têm feito relaxar os dedos e a paciência. Ahhh, e o pedal também tem alguma culpa no cartório.

É um teclado retro que pedi emprestado ao tio googlas. Está fixe não está?

Abraço Mano.

ψ Psimento ψ disse...

Olá era bom de facto que tudo fosse como descreves. Seria um mundo completamente diferente estou certo. Mas não dá, temos de jogar com as cartas que nos dão e ir premindo “seguinte” até “concluir”. Um abraço e se tiveres de sair, fá-lo. Um abraço

FM disse...

Pois, é a tal história: Há dias assim!
Abraço.
(estou com inveja do teclado)

Gi disse...

Está bom tempo, aproveita!

Kok disse...

Olha que não sei...!?
Isso dum gajo estar sujeito a um "ctrl" pode tornar-se um desfavor no caso do PC sofrer um "hámók" ou uma virose.
Possivelmente nem um backup te salvaria.
E depois lá vinham as maioneses e nunca mais te lembrarias nem das boas, nem das más, nem das assim-assim recordações.
Eu prefiro como estou: lembro-me do que me lembro e do que esqueci já não me lembro...! º!º

Akele abraço pah!

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Usar o Delete de vez em quando também me dava jeito.