sexta-feira, fevereiro 18

on/offrio

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O sistema informático da instituição teve um colapso grave, geral e globalizado. Desde anteontem que ficou em baixo e apenas hoje voltou a ficar operacional e começou a recuperar as suas anteriores potencialidades. Esta é a razão de algum do meu silêncio. Curioso o ambiente de pânico que por aqui se instalou apenas porque não tínhamos acesso à internet e a sensação de perda por não receber e-mails. Mesmo em casa fui relegado para um período de abstinência blogosférica. Com dois computadores em casa, nenhum é meu, note-se, sou um dependente da família também no que diz respeito a navegar pela rede cibernética. Pensar que há dez anos atrás as nossas vidas decorriam de forma perfeitamente equilibrada, sem computadores, sem internet, telemóveis e esta necessidade constante de estarmos em permanente comunicação, on-line, uns com os outros. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, e já ninguém contesta a necessidade de acompanhar a pressa do tempo. Pensar que ainda outro dia o desenrascador para todo o serviço, o meu telemóvel, ficou sem bateria e tive de recorrer a alguns trocos e a uma cabine telefónica! Parecia ser protagonista de um filme já muito antigo!

Bom fim-de-semana


7 comentários:

Rafeiro Perfumado disse...

Eu acho que se tiver de usar uma cabine telefónica e alguém me tirar uma fotografia deve sair a preto e branco.

Abraço!

nuvemdoce disse...

Em primeiro lugar, posso dizer que me sinto muito bem instalada no teu gabinete, já me ofereceram um café e uma água, cinco estrelas.

Hoje em dia ninguém passa sem essas ferramentas, faz lembrar os apagões, o mundo fica ás escuras e sem acção!!..

Bom fim de semana

p.s. (vim directo do Rafeiro, só para teres uma referência).

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Como se não bastasse termo-nos tornado escravos de objectos, ficámos inexoravelmente dependentes dos humores cibernéticos. Isto não augura nada de bom mas, felizmente, não estarei cá para ver quando o sistema implodir.

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Ah, é verdade... Bom fds. De preferência em contacto com as velhas tecnologias como a Natureza e a Bicla.

Teté disse...

Eheheh, soube que nas empresas do Balsemão a tempestade também deu em apagão: de Internet, luzes, elevadores, tudo. E os funcionários saíram 15 minutos mais cedo... O coitado deve ter arrepelado todos os cabelinhos que ainda lhe restam! :)))

Bom fim de semana!

ps - essa versão de "E tudo a bateria levou!" vai em que sala de cinema? :D

Laura disse...

Ai rapaz, parece que deu curto circuito aqui, foi de te ler... não havia forma de entrar, entrava mas ficava à espera que a porta abrisse...assim fiz por duas vezes e só à terceira consegui...mas valeu a pena.

Dependemos muito da net, está visto, quando os miudos eram putos ainda, era ver se conseguia lugar no pc... corriam comigo, agora cada um tem o seu e deixam-me, ensinam, arranjam mas este é só para mim, está velhote mas é melhor que nada e anda lento, lento, deve ser da velhice.

O telemóvel, antes não se usava e lá iamos às cabina sou tinhamos telefone em casa, estas modernidades lixam-nos o juizo quando pifam...

Beijinho e ainda bem que já tens a net no cubiculo.

um abraço da laura e feliz domingo.

Kok disse...

É a procura do mais fácil e do mais rápido!
É a facilidade de adaptação e também a dificuldade em "regressar".

Akele abraço pah!