quinta-feira, abril 28

de regresso

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Depois de uma curta temporada longe do gabinete, aqui estou eu novamente, dando continuidade ao negócio que ficou abandonado durante uns dias. Eu estava acostumado a escrever e sinto muita falta de responder aos vossos comentários, de visitar e comentar os vossos blogues, mas a disponibilidade da máquina tem sido inviável à minha vontade... Aproveito o ensejo para agradecer toda a vossa dedicação. Foram só alguns dias para reencontrar, refrescar a mente, pensar e repensar. Nada melhor do que velhos amigos e distribuição de sorrisos para reconfortar alentos. É, pois, mais ou menos o que tenho vivido, e viajar foi a melhor solução que me ocorreu.


E falando de felicidade, o fim-de-semana da Páscoa foi uma maravilha. Muitos ovinhos? Não, muitas amêndoas, beijinhos e dois novos livros no coração. E por vários momentos me inclui naquele compasso inebriante do vai e vem das andorinhas, porque ali adoro observar o horizonte, não há sensação mais tranquilizante, e o tempo, aos poucos, foi favorecendo toda a minha contemplação ambiental. Agora é só voltar ao ritmo e às rotinas.







Partilho convosco algumas fotografias que por lá fui colhendo.

(Estação de Freixo - Mós, Linha do Douro)

Mós (antes designada por São Pedro de Mós) é uma freguesia do concelho de Vila Nova de Foz Côa, com 12,74 km² de área e 241 habitantes (2001). Densidade: 18,9 hab/km².

Até 1853, pertenceu ao antigo concelho de Freixo de Numão. Pertence ao distrito da Guarda e província de Trás-os-Montes e Alto Douro. Situa-se a cerca de 5 quilómetros da margem esquerda do Rio Douro, a 9 km da sede do concelho e a 90 km da Guarda. As povoações mais próximas são Murça, Santo Amaro, Seixas e Freixo de Numão. É composta pelos lugares de Valmampaz, Freixo-Mós e Fontaínhas. Esta povoação está localizada num vale, voltada a Sul a meia encosta nas bases dos Montes de Santa Bárbara, Portela e Pombeira.



O Douro, as encostas, a linha férrea, inseparáveis meios de vida.













A caminho das Seixas pode-se mirar e admirar as Mós, que lá no fundo pontilha o vale de brandura.











Dois machos, o humano e o animal, dos poucos que ainda resistem na forma de vida e de sulcar tão agrestes terras.

(Seixas)








O xisto e a ferradura, símbolos de resistência e fortuna.

(Mós)













Velhas casas de xisto.
O palheiro do avô Almeida.


(Mós)













Uma porta que se fechou, entre muitas outras de casas que permanecem de pé.

(Mós)













A gastronomia, as laranjas, o vinho e o amigo Preguiça que tão bem recebe os seus visitantes.

(Freixo-Mós)

5 comentários:

Gi disse...

E depois há aquelas coisas, como não haver rede no telemóvel. Eu bem li o teu filho...ahahahahah.

Kok disse...

Ele há coisas...
Gostei de ver essas lindas paisagens, muito verdes, muito apelativas, mas vá lá saber-se o porquê de me sentir atraído pelo jarrinho do Preguiça!!!!
São as tais razões que a razão desconhece...

Akele abraço pah!

Teté disse...

Sabem sempre bem umas férias para retemperar da monotonia do dia a dia. E se é para recordar locais onde já se foi tão feliz, melhor ainda! :)))

Curiosamente, perto de Caminha há outra terra que também se chama Seixas! :D

Almeida disse...

Fico muito feliz por teres gostado do passeio.Qualquer dia temos que repetir.
Um beijo

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Isso sim devem ter sido uns dias retemperadores...
E que grande regresso, Paulo! Afndámos o Submarino Amarelo mas, pelo que vi, não vai ser nada fácil a segunda mão...