quarta-feira, abril 7
segunda-feira, abril 5
às vezes ponho-me a pensar,...
Acho que preciso de dormir mais e pensar... sonhar menos!
Tenham todos uma boa semana, ó faxabôre!
poste do paulofski 11 que não esperaram em silêncio
quinta-feira, abril 1
acreditem
poste do paulofski 6 que não esperaram em silêncio
segunda-feira, março 29
ontem deixei-a assim!
Ainda meio atarantado com a mudança de hora, saí de casa dos meus pais, na praia da Madalena, e pedalei até à Câmara Municipal de Gaia, onde nos encontraríamos. Aquele primeiro trecho a subir serviu sobretudo para um teste e aquecimento às pernas. Admirado por ter chegado ao local marcado antes dele, restou-me esperar e arrefecer por uns dez minutos, até que ele lá apareceu e juntos escalamos os restantes e íngremes metros da Avenida da Republica para virar-mos à esquerda. Eram as tais primeiras horas da manhã, a estrada nacional 222 estava calma, perfeita para um ritmo de passeio e para uma conversa. O Rui acabou por ceder à minha insistência e lá revelou que uma súbita indisposição intestinal tinha sido a razão do seu atraso. Ahhh, tu tavas era todo borradinho, foi o que foi, gracejei com ele e seguimos tranquilos.
A temperatura não era muito baixa, a estrada estava húmida e volta e meia sentia-se um ventinho agreste de frente, mas com o esforço das subidas não sentíamos frio! Vencida a segunda mini-montanha do dia, e já depois do Parque Biológico, descemos satisfeitos e sem problemas de maior a não ser um grande alívio pelo desgaste natural de quem tem faltado aos treinos. Depois de outra subida, seguia-se mais outra descida, até surgir a mais longa e desgastante escalada até ao topo. Ainda que não esteja ao alcance do leitor, é difícil narrar com fidelidade toda a gama de sensações, odores, calores, tremores e suores frios por que passamos quando descíamos a uns alucinantes 80 km/h aqueles 4 quilómetros em direcção a Crestuma/Lever. Restava ainda uma curta subida e respectiva descida até à Barragem e estava ultrapassada a última dificuldade do dia. Num instante circulávamos já na margem oposta pela estrada marginal ao Rio Douro, a nacional 108, de regresso a casa. Mais à frente juntámo-nos a um pequeno pelotão de entusiastas das pedaladas como nós e, par a par, à conversa seguimos viagem contemplando a magnífica paisagem. Íamos fazendo uma curva mais apertada quando me aproximei do ciclista que se esforçava à minha frente. Cumprimento-o e felicito-o pela boa forma e levo como reposta uma gargalhada e a garantia que não serão os seus 72 anos a fazê-lo parar. Na rotunda do Freixo separámo-nos do grupo. À entrada da ponte Luis I despedi-me do Rui e só parei no Cais de Gaia para um gole de água. Se bem que já estava na hora de voltar, ainda resolvi repousar um pouco e curtir a paisagem do velho casario. Solitário e vitorioso, fiz a derradeira etapa na maior das calmas, na companhia de um Douro barrento e de um mar revolto. Cheguei a casa com 60 Km pedalados, muito feliz e ainda com todo um domingo pela frente. Hoje o meu corpo ressente-se, dorido, o que me leva a recordar e a contar esta epopeia ciclista com satisfação.
Boa semana.
poste do paulofski 9 que não esperaram em silêncio
sexta-feira, março 26
classificados
Bom fim-de-semana, ó faxabôre...
poste do paulofski 9 que não esperaram em silêncio
quarta-feira, março 24
e pronto...
poste do paulofski 12 que não esperaram em silêncio
sexta-feira, março 19
ser pai
É sonhar, sentir, renascer.
É cuidar, dizer presente mesmo ausente. Contentar-se em ser coadjuvante, deixado para depois, importante.
É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, educar.
É amar.
É saber brincar e zangar. Segurar a mão e ter força para o levantar se ele cair ao chão.
É ajudar na gramática, fazer parte da temática.
É dar um puxão de orelhas, prudente, consciente.
É ser influente sem se impor, ser confidente. Compreender mesmo sem entender, admoestar e perdoar.
É ser ultrapassado, contestado, mesmo não se sentindo renovado.
É aprender errando e sorrir desculpando.
É dizer que a experiência só adianta a quem a tem, e só se tem vivendo.
É ser herói na infância, exemplo na juventude e amigo sempre.
É não esperar recompensa mas ficar feliz quando chega.
É ser pai outra vez, avô que não nega.
Obrigado pai.
poste do paulofski 8 que não esperaram em silêncio
sexta-feira, março 12
p.e.c. - porque eu compreendo
Em suma, para fazer face e custear a crise, e que nunca mais tem fim, os poucos direitos que ainda temos vão-se definhando, pecaminosos. Sempre concordei que todos devemos fazer sacrifícios, sim eu disse todos, e como um bom português que me prezo lá me vou desenrascando! Cumpro e exerço cabalmente o meu trabalho, honro as minhas dívidas e pago os meus impostos, como é aliás o dever de qualquer cidadão. Quando à noite deito a minha cabeça no travesseiro eu durmo tranquilo, consciente que servi a Nação e não me servi dela.
Como já li, algures, concordo com a opinião de que o Estado português ainda não aprendeu a viver sob as regras duma união monetária. Não encontro soluções fáceis e a nossa economia continuará nos dias difíceis enquanto o povo for recebendo em escudos o esforço do seu trabalho e a pagar em euros todas as suas despesas. A estabilidade económica deste país é uma ficção e desde a entrada no euro não passa de pura ilusão.
Ora o governo, para novamente recuperar do défice, o económico e o de confiança perante Bruxelas, apresenta-nos um PEC. Diz que é um programa de estabilidade e crescimento mas cá para mim peca sobretudo por ser mais um plano de castidade e emagrecimento! É só para europeu ver. Uma vez mais sinto o apelo ao aperto do cinto, mas caros senhores governantes, notem que há muito que os furos se esgotaram. O povo já foi tão exprimidinho que só lhe resta a pele e os ossos. Ok, eu compreendo mais este aperto na fivela, que se aperte a barriga, mas permitam-me que procure na minha legitimidade de contribuinte e faça a questão fundamental. Gostaria muito de saber o que estes senhores têm andado a fazer com o nosso rico dinheirinho?
Bom fim-de-semana e até breve.
poste do paulofski 7 que não esperaram em silêncio
segunda-feira, março 8
there's a rat in my kitchen
Até breve.
poste do paulofski 8 que não esperaram em silêncio
segunda-feira, março 1
até breve
poste do paulofski 9 que não esperaram em silêncio










