terça-feira, abril 20

estes humanos, tsssss...

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... e depois ainda dizem que nós, as aves,
somos um perigo para a aviação!


domingo, abril 18

vulcanizados

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E da terra do gelo, das profundezas do planeta, o impronunciável Eyjafjallajokull acorda do seu sono profundo, cospe lava e lança cinza para os céus. Reclama para si o espaço aéreo de quase todo o continente europeu, arrastando mais nuvens negras sobre a já moribunda economia e espalhando o caos e incerteza na vida de muitas pessoas que necessitam de se deslocar em avião. Estando os principais aeroportos europeus encerrados à custa das cinzas, e Portugal na sua periferia fora das rotas afectadas, vejo finalmente alguma utilidade e vantagem para que então se faça a tal linha do T.G.V..

Ah, e com o presidente Cavaco em casa sinto-me muito mais tranquilo!!!



sexta-feira, abril 16

4+4

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Hoje estou assim...



...Primaveril

Desejo a todos um dia bastante colorido, que eu vou fazer por isso.


quinta-feira, abril 15

como está quase na hora de almoço...

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... e tenho o trabalho adiantado, aproveito para passar os olhos nos jornais. Citando dados do Departamento de Agricultura norte-americano, leio que o Financial Times revelou ontem ao mundo que o preço da carne de vaca deverá disparar nos próximos meses, devido ao rigoroso inverno que assolou os Estados Unidos, para além das dificuldades dos produtores de bovinos resultantes da crise económica mundial. Isto significa que, se comer um bitoque, saborear uma francesinha, ou até deglutir um hambúrguer já era caro para os portugueses, daqui para a frente uma refeição de carne será mais que um luxo, será um autêntico petisco gourmet, fora do alcance para as nossas bolsas. Ora isso preocupa-me bastante e querem saber porquê? Porque assim terei de ter mais cuidado quando me servirem o meu tradicional prego no prato!!!



quarta-feira, abril 14

publicando

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Não dá para disfarçar a vontade que tenho tido em ficar "offline" para o expediente e bloquear este irritante sentido do dever que não abranda. Adoraria se um simples combinar de teclas, um "crtl + c", me guardasse todos os bons momentos que vivi, aqueles que gostaria de reviver a qualquer instante e me bastaria digitar "ctrl + v" para ter tudo de volta! E há alturas em que daria um jeito do caraças ter um "ctrl + z" na vida para desfazer as asneiras que fazemos. Mas a vida não é assim tão simples, e o melhor de não o poder ter é aprender e não voltar a cometer o mesmo erro. Neste “login” permanente que é a vida, temos mais é de a viver, aproveitar e seguir em frente. Aproveitar cada momento que pudermos. Afinal como poderemos nós saber quando vai o computador dar o berro. Pois é, é isso mesmo o que tenho feito nestes dias, tenho saído mais do teclado, saído mais do gabinete, mas não tem sido fácil!


sábado, abril 10

aqui

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Aqui o tempo passa devagar, em silêncio, ritmado pela própria tranquilidade do Douro, numa ondulante sinfonia, que se move acobreado a caminho do mar. Daqui, a cidade parece pequena, buliçosa, e ela afinal está tão perto, ansiosa que eu chegue e lhe leve a noite. E é a música da água que cria o silêncio, entre a minha solidão e o final de tarde, entre luzes turvas sonoramente conduzidas ao longo da marginal. As palavras ecoam na minha cabeça como batidas fortes e quentes vindas do coração, reflectem-se coloridas num espelho que encandeia e incendeia o meu pensamento, em tons rosados de um azul profundo. Aqui o silêncio e a tranquilidade imperam voláteis como o aroma quente de um café numa noite de primavera. Aqui no meu Porto de abrigo.




E assim, aqui, deixo a minha pequena participação ao desafio: "Cidades das nossas vidas" que o nosso amigo Carlos lançou há dias no seu Rochedo. Como eu não sou muito viajado já se estava a ver qual seria a minha escolha. Um primaveril fim-de-semana a todos.


quinta-feira, abril 8

cheese...

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Na nossa sociedade distinguimos diversos conceitos para definir diferentes comportamentos, considerados normais, que temos nas nossas vidas, no nosso quotidiano. Outras sociedades mostram conceitos mais diversos em relação aos mesmos assuntos, regem regras de conduta moral e aceitabilidade social, denotando, na nossa maneira de ver, uma total ignorância e intolerância. Ainda actualmente, da mesma forma como em tempos passados, o entendimento do que está certo e é errado não é aceite noutras sociedades. Muitas vezes, de forma maniqueísta, moldam-se extremismos para não aceitar algo que outros, noutros contextos, consideram ser bom, como a amizade, o amor e a paixão. Felizmente, de uma forma geral, a sociedade mundial tem vindo a denotar superiores níveis de abertura mas, mesmo assim, a receptibilidade continua inconstante graças a um defeito que nos abrange a todos: o preconceito.

O preconceito é um dos piores sentimentos da humanidade. É a acção emotiva e irracional, consciente mas ignorante, do uso da intolerância que limita a nossa liberdade. É meio caminho para os estigmas sociais, para a discriminação, para marginalização do outro que é considerado diferente, para a violência, para o medo. É uma forma de autoritarismo social de uma sociedade doente. É resultante de culturas, dogmas e tradições enraizadas na ignorância de pessoas que não têm paciência, que não sabem agir de outra forma, que não tentam entender e aceitar as diferenças alheias. Vários povos são oprimidos por regimes culturais fechados, podendo ser sujeitos a punições se tiverem um comportamento considerado ofensivo às suas tradições. São disso exemplo o fanatismo religioso e a cultura de massas que manipulam e regem os padrões comportamentais dos seus cidadãos.

Cada país tem a sua cultura, costumes e as suas leis. Discordando, muito ou pouco dessas leis, quando se viaja para um pais estrangeiro, especialmente fora da sociedade ocidental, é preciso ter um certo cuidado para não se cair em situações confrangedoras. O velho ditado diz-nos que “em Roma sê romano” mas eu também não diria tanto, capiche!



quarta-feira, abril 7

pela vossa saúde

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segunda-feira, abril 5

às vezes ponho-me a pensar,...

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... mas só às vezes, e quando penso, às vezes, me dizem “lá estás tu a sonhar acordado”! Porque será que sempre que tenho um sonho eu acordo intrigado, a pensar nisso? E então se é um daqueles sonhos tipo pesadelo porque acordo assustado? Tenho a certeza que todos nós já tentamos analisar qual o significado dos nossos sonhos, e quão difícil é descobrir os segredos que encerram. Os nossos sonhos reflectem as nossas preocupações, os estados de espírito, momentos e situações que marcaram a nossa vida, o nosso quotidiano. De uma forma estranha e pouco perceptível já me aconteceu ter sonhos que não dizem nada, são sem sentido e nos quais, por muito que tente decifrá-los, não encontro um fio de lógica. Com a criatividade mental em todo o seu esplendor, sonho com pormenores irreais, enredos fantasiados e caóticos onde os personagens interagem sem controlo. No entanto intrigam-me muito mais outro tipo de sonhos e que raramente me ocorrem. São os sonhos que recordo com muita facilidade e que consigo analisar todos os seus pormenores com uma precisão assustadora, que me indicam uma preocupação que até se poderá tornar em realidade. E foi um desses que tive recentemente. Tive um sonho que se tornou numa má realidade e que me deixou muito perturbado. Não foi nada de grave mas que se traduziu numa espécie de premonição e confirmação das preocupações que me assolavam antes de me deitar. Agora vou tentar não pensar mais nisso e deixar que o sono regenere o corpo e a mente. O tempo que dormimos é a garantia que cada dia começa como um novo dia e não como o eternizar de um problema.

Acho que preciso de dormir mais e pensar... sonhar menos!


Tenham todos uma boa semana, ó faxabôre!



quinta-feira, abril 1

acreditem

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Perseguido por mentiras que vejo empilhadas em notícias há mais de quarenta anos, saio hoje tranquilo à rua, à espera de uma boa brincadeira, de uma mentirinha de 1 de Abril. Não a encontrei. No lugar da boa disposição de pessoas que levam a vida a sério e que ficam todas contentes com as mentiras parvas que lhes contam, dei com faces carrancudas, olhares evasivos, bocas silenciosas, automóveis e vaidades. Verdades, enfim. Pacientes algumas, outras que roem as unhas querendo acreditar em tudo o que lhes dizem, parecem à espera de serem elas próprias transformadas em mentiras.... Eu mesmo já acreditei nisso. E o coelhinho não vai pôr ovos, acreditem!