music from Black Eyed Peas
Let's do it!
poste do paulofski 10 que não esperaram em silêncio
poste do paulofski 8 que não esperaram em silêncio
poste do paulofski 11 que não esperaram em silêncio
Livre! Já és livre. És livre porque te reinventaste na coragem. És livre porque estás viva. E como estás viva esta noite… Mais viva que a própria vida! Louca de alegria, numa loucura incontida que voa cada dia mais alto em busca do infinito, que o infinito não te basta. Fica-te bem um pouco dessa loucura, dessa liberdade. És livre porque com as tuas próprias mãos, com o teu sangue, derrubaste as paredes da vergonha. Quebraste amarras farpadas dessa cortina de ferro. Destruíste em cacos de memória o cimento da infâmia que te separou os filhos. Que te tirou o futuro, tão grande lá do outro lado, onde se voa e não se rasteja. Os homens são ocos, tão ocos que já não sabem ser loucos, quando ser louco é só ser humano.poste do paulofski 9 que não esperaram em silêncio
Quando uma porta começa a fazer creeeeeck, creeeeeck, sempre que a abrimos ou fechamos, provavelmente está na hora de lhe olear as dobradiças. Decidi dar este exemplo mas serviriam muitos outros para que, de algum modo, eu introduza aqui o tema da gestão doméstica sobre o ponto de vista masculino. Frequentemente, quando percebemos que alguma coisa está avariada, decidimos enfrentar logo o problema antes que ele se agrave, ou que alguém reclame. A questão é que a nossa definição de problema é diferente da definição de problema das mulheres. Se a lâmpada fundiu, isso não é um problema. Se a lâmpada ainda não foi trocada, isso já é um problema. Quando um procedimento doméstico precisa, ou terá necessidade de ser realizado, nós agendamo-lo de acordo com a nossa disponibilidade para um horário conveniente. Nunca no horário do futebol, quando se está na net, nem à hora da sesta. Nós temos o senso da prioridade e mais a mais é tudo uma questão de caixa de ferramentas. A louça não vai fugir e pode perfeitamente esperar que se faça uma soneca no sofá após o almoço. É que uma sesta adiada é uma sesta perdida! Se a tampa da sanita está erguida e precisamos de nos sentar, nós baixamo-la. Se estiver fechada e precisamos de fazer pontaria, então abrimo-la! Não há motivo para se fazer disso um drama. Amanhã é sábado, ora deixa cá ver: arrumar a roupa, limpar o pó, aspirar… Uiii, é melhor parar por aqui!poste do paulofski 14 que não esperaram em silêncio
poste do paulofski 11 que não esperaram em silêncio
Eu conto. Quando dei por mim, estava eu de pé, perdido, com um papel na mão e um olhar inexpressivo para um mapa que, supostamente, me iria ajudar a decifrar o meu enigma: Como raio iria sair daquele labirinto. E ainda por cima a minha primeira e única aventura nesta giga-mega-multi-empresa começou com a inocente necessidade de adquirir um simples banquinho que fosse leve, confortável e regulável em altura. E deram-me esta ikea… digo, ideia: – Ó Paulo, porque não perguntas à Anna lá no site dos gajos? E assim foi. Virtualmente, dei com dito objecto, mesmo à medida das necessidades da minha cara metade. Nada que o nome com que o banquinho foi baptizado, de VITAMIN, não me tivesse sugerido que poderia até ser um iogurte ou um creme dermatológico em vez do nome de uma aldeia piscatória da Suécia ou de uma qualquer tribo do Senhor dos Anéis e fomos lá, comprá-lo. poste do paulofski 14 que não esperaram em silêncio
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Foi a companhia de uma geração, a arte de ouvir, uma marca registada. Foram noites bem passadas (não tinha hipótese de adormecer antes das três da matina), embaladas pelo vozeirão do grande António Sérgio! Pelas ondas hertzianas eu mantinha uma “conversa” com o radialista que me acompanhou em muitas madrugadas (e o que eu estudei a ouvi-lo!). Nesses tempos de adolescência ímpia e impune, ouvir O Som da Frente era uma atitude e uma alternativa. O Som da Frente (de 1982 a 1993) foi um programa de rádio que desempenhou um papel relevante na assimilação da música dos anos oitenta, numa forma alegre, intimista, psicadélica, onde ouvir era um vício, um estado de espírito do momento. Noite após noite, tocava as novidades musicais, contava histórias passadas ou futuras, num conceito oposto à estreia mundial, às tabelas de vendas e ao prato forte das “playlists” das estações de rádio. Propôs-se como um projecto de divulgação inovador, funcionou como um estaleiro de som, onde as ideias se transformavam em opiniões, o direito à diferença era simples e vanguardista. Uma tribo de fiéis seguidores chegou ao ponto de lhe dar um toque de magia, trazendo as mais recentes novidades de Londres e emprestando os discos, fazendo do Som da Frente uma montra de som enquanto experiência alternativa. Na época, o circuito de importação e a penetração da industria discográfica em Portugal não tinha a mesma expressão que tem actualmente. Na aparelhagem estava sempre uma cassete, dois dedos no "Rec" e no "Play" e assim fazia os meus “downloads” da época. A memória mantem uma saudosa lágrima de um programa de rádio que moldou alguns dos gostos musicais que ainda mantenho.poste do paulofski 5 que não esperaram em silêncio