sábado, julho 21

oportonity city

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Produce I Tráfico Audiovisual
Directed l Luís Araújo
Creative Assistent & Ass. Direction | Henrique da Silva
Porto Turism Pormotination Spot
Filme promocional do turismo da cidade do Porto
www.visitporto.travel

quinta-feira, julho 19

o jardim, o Porto, as biclas e os Mind da Gap

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sexta-feira, julho 13

a falta de vergonha tem limites

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1. Miguel Relvas? Miguel Relvas? Que mais posso eu dizer...Como sabem, caros leitores, tenho dedicado vários textos a esta personagem da nossa vida política. Que mais posso dizer? Que Miguel Relvas não tem credibilidade para ser porteiro do meu prédio, quanto mais Ministro de Portugal? Isso já todos sabemos . Que Miguel Relvas mente e mente muito sobre qualquer matéria, em benefício dos seus próprios interesses? Já não há leitor que duvide desta constatação. Como é que Miguel Relvas continua a desempenhar cargos governativos em Portugal? Fácil: porque os políticos portugueses (com honrosas excepções) têm medo uns dos outros e das várias teias de influência que foram tecendo. Passos Coelho deve um (ou mais?) favorzinhos a Miguel Relvas e a José Luís Arnaut (a nomeação para a REN não foi mera coincidência e só surpreendeu os mais distraídos) e, por conseguinte, não os pode afastar - caso contrário, estaria a assinar o seu certificado de óbito político. É triste esta realidade? É, muito, muito triste. Infelizmente, a verdade é que a nossa democracia carece de uma reforma estrutural.

2. Dito isto, este texto surge na sequência da nova polémica (outras aparecerão, estou certo) que envolve Miguel Relvas: a sua "licenciatura" em Ciência Política e Relações Internacionais foi tirada em tempo supersónico, recorrendo ao expediente das "equivalências". Mais: apurou o EXPRESSO que só três das cadeiras do curso de faz de conta de Miguel Relvas tinham professor. Entretanto, o processo de Miguel Relvas, na Universidade Lusófona, foi tornado público: confirmou-se que houve um processo de claro favorecimento a Miguel Relvas, sendo o seu diploma obtido de forma tão fácil como se tivesse sido atribuído por uma marca de cereais ao pequeno-almoço.

3. Posto isto, resta o nosso comentário. Falar sobre Miguel Relvas é falar sobre um grupo de políticos que ao longo dos últimos anos (décadas) foi beneficiando de um conjunto de favores por parte de diversos empresários e entidades, devido aos cargos que forma ocupando na vida pública portuguesa. Sabe-se que em Portugal os empresários não se metem com o poder político e tentam agradar às figuras políticas que julgam ter grande peso nos partidos políticos: no caso de Miguel Relvas, a Universidade Lusófona até o destacava na sua lista de "famosos" por si licenciados. Todos nós já concluímos que a licenciatura de Miguel Relvas vale zero - é um caso ainda mais grave do que o de José Sócrates - e a Universidade Lusófona objectivamente prestou um favor a Miguel Relvas: o currículo desta nossa personagem política não permitiria, de modo algum, obter um curso por equivalências. Afirmar que Miguel Relvas poderia ter tirar um curso universitário de Ciência Política e Relações Internacionais por equivalência, devido aos cargos políticos que foi desempenhando, é o mesmo que afirmar que a Tia Mercília, da Gafanha da Nazaré, pode dirigir-se à Universidade Lusófona para pedir a equivalência do curso de Gestão e Economia devido á sua larga experiência na gestão da mercearia local! Ouvi dizer que ela trata das contas do pão e da banana como ninguém - e, no fundo, tratar das bananas é o mesmo que gerir as contas públicas nacionais! Enfim...

4. Entendamo-nos: o que repugna no caso da pseudo-licenciatura de Miguel Relvas é a circunstância de esta personagem política não ter o mínimo de respeito por si próprio. Se tivesse o mínimo de carácter, jamais aceitaria tirar um curso nestas circunstâncias. É precisamente nestes pequenos episódios - que alguns desconsideram por se tratar apenas de um curso - que se revela o carácter, a fibra, a seriedade das pessoas que nos governam. Se Miguel Relvas tem escrúpulos e uma falta de vergonha tal que lhe permite esta chico- espertice de tirar o curso sem praticamente ir à Universidade - e, ainda por cima, sempre gostou de proclamar que é licenciado - é capaz de todas as trafulhices. Não é uma pessoa séria, honesta, exigente para consigo e com sentido do ridículo: se não no que toca aos assuntos da vida particular, não o poderá ser (nunca!) na gestão da coisa pública. O episódio da licenciatura é o retrato perfeito de Miguel Relvas: alguém que nasceu nas estruturas partidárias e construiu uma teia de influências, de favores e favorzinhos, que o permitiu subir na vida. Miguel Relvas não serviu a política portuguesa; serviu-se da política prosseguindo o seu interesse exclusivamente pessoal. Enriqueceu (e muito) à custa de servir Portugal, servindo-se a si. Com uma licenciatura que vale zero, construindo uma empresa cuja actividade ninguém (ou poucos) conhece realmente, Miguel Relvas construiu uma fortuna pessoal. Sabe que, de acordo com as declarações de rendimentos entregues no Tribunal Constitucional, Miguel Relvas é dos ministros com rendimentos mais elevados, só superado por Paulo Macedo? Como?

5. Em conclusão, o episódio da licenciatura de Miguel Relvas não é grave por si: é gravíssimo porque revela que Miguel Relvas não sabe actuar de forma séria - a sua vida pessoal, e por maioria de razão política, está cheia de episódios mal contados. Miguel Relvas não sabe ser sério na gestão dos seus asssuntos pessoais - logo, não sabe ser sério na gestão dos interesses de Portugal. Este homem não pode ser Ministro de Portugal. Demita-se, Miguel Relvas, e saia com um pouco de dignidade. A seu bem e a bem de Portugal. Já hoje.

segunda-feira, julho 2

una noche en Porto

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terça-feira, junho 26

food tripper Nothern Portugal

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terça-feira, junho 19

e assim vai a nossa cidade

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A 6 de Janeiro de 1948 foi inaugurada a Biblioteca Popular Infantil no Marquês. Há uns anos atrás, ficou devoluta.

As portas reabriram este Sábado, dia 16 de Junho de 2012, numa ocupação pacífica, pelas mãos de quem quer os espaços públicos abandonados disponíveis e vivos. “Se as prioridades camarárias não passam pela reabilitação do património abandonado, tomemos nós a acção de o libertar e tornar um bem comunitário”.

A biblioteca foi aberta à comunidade por um grupo de activistas que se propõe dinamizar ali actividades culturais, devolvendo o espaço ao usufruto da população.

Mas, cá no Porto, o que se faz de bom não dura nada. 

Ontem a biblioteca estava fechada pela edilidade.


A Câmara do Porto entaipou, esta terça-feira de manhã, a biblioteca do jardim do Marquês de Pombal que tinha sido ocupada por um movimento popular no passado domingo.

Numa operação acompanhada pela Polícia Municipal mas durante a qual não registaram incidentes – apenas alguns transeuntes criticavam a acção camarária quando passavam no local – o pequeno imóvel foi completamente selado.

Elementos do movimento sublinharam não ser o mesmo grupo que, no início deste ano, ocupou a escola da Fontinha. Embora admitam que os propósitos seriam semelhantes.


segunda-feira, junho 18

o acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa

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Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam. Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros.

Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas. É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.

Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra.
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s”? Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç”. Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som.

Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s”. Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z”.
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z”.

Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k”.

Não pensem qe me esqesi do som “ch”. O som “ch” pasa a ser reprezentado pela letra “x”. Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não? O “x” xama-se “xis”. Poix é iso mexmo qe fiqa.

Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x”.

Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex. Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex. O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural.

No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente.

Vejamox o qaso do som “j”. Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”. Para qê qomplicar?!? Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j”. Serto? Maix uma letra muda qe eliminamox.

É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem! Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex? Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade?

Outro problema é o dox asentox. Ox asentox só qompliqam! Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox. A qextão a qoloqar é: á alternativa? Se não ouver alternativa, pasiênsia. É o qazo da letra “a”. Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado. Nada a fazer.

Max, em outrox qazos, á alternativax. Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax vezex lê-se “u” e outrax, ainda, lê-se “ô”. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso! Para qe é qe temux o “u”? Para u uzar, não? Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.

Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza: quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e”. U mexmu para u som “ê”. Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i”. I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a”. Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.

Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx”. Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.

Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.

Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum?
(Maria Clara Assunção, aqui)

quarta-feira, junho 13

e as francesinhas?

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Porto : Les portes du Douro

"La ville de Porto possède le charme authentique des grandes villes qui ont bien traversé les époques. On peut tourner en rond et ne jamais passer au même endroit, tellement il y a de bifurcations possible. L'architecture est remarquable partout en ville. D'ailleurs, le centre historique est déclaré Patrimoine mondial par l'UNESCO en 1996.
Ensuite, en suivant le Douro, vous trouverez une animation très joviale. Plus loin, en marcheant vers l'embouchure du fleuve, vous pouvez croiser plusieurs pêcheurs et voir des habitations typiques. Un incontournable au Portugal!"

quarta-feira, junho 6

a cidade na ponta dos dedos

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"Com um imenso amor a Portugal, uma plataforma Atlântica para descobrir uma transcendente paixão por  Lisboa, o reconhecimento exacerbado pelo Porto e toda a beleza do mundo. Sempre pelas pontas dos dedos e a voar bem alto, nos actos e nas palavras como se tudo fosse possível. De encantar, e de encantarmo-nos a nós próprios, de nos apaixonarmos por tudo o que somo enquanto país, porque é aí que tudo começa."

segunda-feira, junho 4

escreve-se direito por guias sem fotoshopas

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