sábado, fevereiro 25

arrebita! Porto, arrebita! Portugal

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Empreendedorismo social para combater o abandono das cidades.

"Só na última década o centro do Porto perdeu um terço da população." (Census 2011)

São urgentes soluções inovadoras e por isso Arrebita!Porto. Um projecto inovador de repovoamento e dinamização da cidade através da reabilitação de prédios a custo zero.

O projecto piloto começa em Março!

Descobre tudo sobre o projecto.

sexta-feira, fevereiro 24

e porque rir ainda não paga imposto...

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Um policia vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho agricultor: -"Preciso inspeccionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal." O agricultor responde-lhe: -"Sim xôr guarda, mas não vá àquele campo ali." E aponta para uma determinada área. O Polícia diz indignado: -"O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?" E tira do bolso um crachá mostrando ao agricultor: -"Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero... e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?" O agricultor, muito educado pede desculpa e volta para o que estava a fazer. Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr a sete pés para salvar o coiro, perseguido pelo Asdrubal, o maior touro da quinta. A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O agente está apavorado. O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões para o policia: -"O Crachá xôr guarda, mostre-lhe o CRACHÁ!".

terça-feira, fevereiro 21

com a mesma máscara de todos os dias...

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...mas tolerantes até certo ponto!

segunda-feira, fevereiro 20

sem fantasias

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A vida é um carnaval, pena que de vez em "sempre" algumas máscaras caem...



terça-feira, fevereiro 14

a via política

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Não se pense que ser político é uma aptidão que nasce de um dia para outro. Não! Para além de uma veia política é necessário que haja uma via política. Veja-se o exemplo do senhor doutor, mais conhecido no Parlamento como o xôtôr.

Desde logo, no infantário, o pequenino doutor assume a liderança do berçário. Clama para si o comando da chamada rebelião do biberão, na qual os cagões berram pelo aumento do número de mamadas diárias. No final da conspiração, o pequeno doutor acaba sempre rechonchudinho e de fralda recheada.

Na primária, o menino doutor, doutorzinho, como é chamado pelos colegas, candidata-se a delegado de turma! Promete a liberalização dos telemóveis e da chiclete nas salas de aula. Mas, no último período, o doutorzinho vive cercando os profes visando aqueles décimos milagrosos para passar de classe.

No Ensino Médio, o doutorzeco betinho, como lhe chamam os opositores, concorre com uma lista para a presidência da Associação de Estudantes lá do liceu. Promete armários para todos e raves semanais. Assim, foi eleito. Usa a sala da associação como escritório pessoal e sala de orgias onde dá “tiro” às aulas com os amigos para jogar sueca.

Na Faculdade de Economia, então um potencial doutor com D grande, concorre para a AEFE. Ganha à primeira volta, prometendo suavizar as praxes e lutar pela cota de loiras mamudas com baixo coeficiente de inteligência. Fuma maconha com os da extrema esquerda e invade a reitoria umas duas vezes, só pra mudar de ares.

Adulto, agora intitulado como "o senhor Dr.", lança a candidatura à Câmara Municipal da terriola onde nasceu. Com falinhas mansas e palavras caras, encanta o povo com a sua verborreia, prometendo mundos e fundos, benfeitorias na escola e nos sanitários públicos. À noite, janta alarvemente com empresários endinheirados e membros do partido, charutos cubanos, bundas e escarradelas pela janela.

Após uma aturada campanha eleitoral é agora um entre outros xôtôres deputados bem alapados no hemiciclo. A boa vida, regalias e sumptuosidade não lhe são coisa exclusiva, no entanto muito terá de ajeitar o microfone e parlamentar bem alto, “muito bem, muito bem”, se quiser ser notado interpares. Na magistratura de influência dos corredores e gabinetes da Assembleia a coisa fervilha e singra no aparelho partidário.

“Sim senhor ministro”. Não! Não estarei a exagerar na dose se de repente o nosso xôtôr for convidado a ser ministro de uma pasta qualquer. Há pessoas que vivem tão centradas no seu ego, sentem-se tão elevadas e academicamente evoluídas que arriscam fazer parte de uma elite vip, de falcons, tempos de antena e caviar. Mas atenção senhor ministro, a via política não é tão linear assim. Tão depressa se está no topo....como no dia seguinte estará à mercê de um corta-relvas e lhe cortam os... ditos!

sexta-feira, fevereiro 10

são lágrimas... são lágrimas, caindo do meu rosto

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quinta-feira, fevereiro 9

que fácil!!! dahhhhh...

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segunda-feira, fevereiro 6

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quinta-feira, fevereiro 2

as Mós convida

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Tendo como cenário as montanhas, o xisto, as gentes, a terra pintada de branco das amendoeiras em flor, por intermédio do nosso amigo Carlos Pedro, estendo o convite a todos: “conhecer o património rural e paisagístico da freguesia das Mós”, a terra dos meus avós.

Mós, freguesia do Concelho de Vila Nova de Foz Côa, cravada entre vales e montes, oferece a todos os seus visitantes o seu património humano, rural e paisagístico. “A memória de um povo reflecte-se na beleza do seu património”.

Brevemente, toda a região do Alto-Douro oferecerá belos e inolvidáveis motivos para uma visita e para belos passeios. Os amantes do património cultural e da natureza poderão desfrutar de uma terra rica em calor humano e vaidosamente vestida de uma paisagem fantástica e única, do tom branco das amendoeiras em flor.



Aqui podem ver como chegar lá

terça-feira, janeiro 31

reposte [18] relacionamentos

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Neste oceano de relações que é a nossa vida, é inevitável que se criem vínculos: amizades, carinhos, respeito, cordialidade, preocupação… Mas, por essas mesmas relações às vezes ficamos vulneráveis. São atitudes nossas que não encontram a receptividade esperada, são preocupações que só aumentam a energia desajustada dos problemas e são as palavras, muitas palavras, que dizemos ou que nem dizemos, para não magoar mais, para não ferir, para não ser conivente, ou aumentar as coisas que já estão em desarmonia.

Alguns de nós são do tipo que falam demais, vomitam palavras sem contexto, palavras que parecem nem vindas do pensamento. Despejam tudo, inconfidências, palavras e sinais, sem se dar conta do resultado final e que gere mal entendidos, acusações, silêncios.

Outros de nós são do tipo que falam bem menos, não se intrometem, meditam bastante sobre o que dizer, têm cautela excessiva e acabam perdendo a oportunidade do momento certo para falar. Têm medo de se expor, receio de se magoar e de magoar, mais medo ainda de não ser aceite, e muitas vezes falam só o que o outro prefere ouvir, resultando um discurso politicamente correcto, incoerente, vago.

No entendimento e relacionamento familiar, de amizades ou de grupos sociais a habilidade de comunicar deve ser cuidada, falar apenas aquilo que precisa ser falado, nem uma letra a mais, que é para não se meter onde não precisa, e nem uma letra a menos, para não ficar com algo “entalado na garganta”!

Muito poucos de nós são bons na arte de comunicar, e mesmo assim em poucos momentos! E já que a vida não tem roteiristas, e somos nós mesmos que falamos de improviso, um pouco mais de atenção aos desequilíbrios da nossa comunicação poderá facilitar nas relações, gerando mais empatias e bem estar.

Com a aceleração do desenvolvimento de novas ferramentas para a Comunicação, temos acesso a muito mais informação e podemos ampliar inúmeras vezes o nosso networking. Com a nossa actividade e comunicação empresarial como a produção de trabalho, estudos escolares que precisam de ser realizadas pelo computador, acabamos nos acomodando à rapidez e à facilidade de comunicação proporcionadas pela Internet e nos desabituamos com as maneiras tradicionais de interagir e relacionar com as pessoas, perdemos algo com a virtualização dos relacionamentos. Já contabilizas-te quanto tempo gastas em frente ao computador e o quanto dessas horas realmente aproveitas?