Cada qual, à sua maneira, tenta controlar o seu tempo, dá voltas e voltas ao seu ritmo e tenta acertá-lo com os ponteiros do seu relógio biológico. Uns gostam de se levantar cedo enquanto outros ainda nem se deitaram. Há quem prefira se mexer e outros passam o dia na sorna. Uns andam depressa, outros com passos lentos. Há aqueles que lêem devagar, degustam as letras, no entanto alguns sem tempo fazem uma leitura dinâmica. Tem gente de raciocínio rápido e gente que demora a dar respostas. Não somos todos iguais, cada um tem o seu, cada qual vive ao seu ritmo.
Do mesmo modo, cada um de nós tem os seus momentos, de maior vontade e de menor vontade. Não falo de um dia ou outro, mas do que é uma constante na vida. Por exemplo, quase todo mundo acorda sem vontade. A necessidade vem mais tarde, com a rotina da manhã. Tem quem retire prazer do trabalho, outros só recebem fadiga. A meu ver todos não dispensariam o tempo livre. Procuramos nos adaptar às circunstâncias mas certos dias custam mais a passar. Sentimos como que um enorme vazio dentro de nós. Tentamos perceber realmente o que é, até que algo vindo de lá de dentro nos diz:
Vai mas é comer! O que tu tens é fome!
Do mesmo modo, cada um de nós tem os seus momentos, de maior vontade e de menor vontade. Não falo de um dia ou outro, mas do que é uma constante na vida. Por exemplo, quase todo mundo acorda sem vontade. A necessidade vem mais tarde, com a rotina da manhã. Tem quem retire prazer do trabalho, outros só recebem fadiga. A meu ver todos não dispensariam o tempo livre. Procuramos nos adaptar às circunstâncias mas certos dias custam mais a passar. Sentimos como que um enorme vazio dentro de nós. Tentamos perceber realmente o que é, até que algo vindo de lá de dentro nos diz:
Vai mas é comer! O que tu tens é fome!

Os antigos já diziam que pela manhã deve-se comer como um rei, ao meio-dia como um nobre e à noite, como plebeu!






