sexta-feira, julho 18

só pra dizer...

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“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.”

(Hoje o xôr Mandela celebra o seu nonagésimo aniversário)

… não se esqueçam que se mantém o convite do post anterior, ok?

Tenham um Bom Dia

quinta-feira, julho 17

e que tal...

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... aceitar o convite para uma cervejinha num local bem fresquinho e apertadinho!


quarta-feira, julho 16

passagem

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Sou esta ponte de espanto

no corre-corre no vai-vem

metade de mim é quando

a outra metade é quem

parte de mim é desespero

outra parte desencanto

só sei ser bela na paisagem

quando eu amo, quando eu canto

tento juntar os pedaços

velozes, pessoas passadas

meu retrato minha margem

não sei onde estão meus rastros



por entre cacos e restos

nem barco nem melancolia

se me perdi em versos

e numa noite ser poesia




terça-feira, julho 15

olé

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Para além de se dever respeito aos animais, criaturas sensíveis, também se deve reconhecer o direito às pessoas conscientes e normalmente impressionáveis, de não serem confrontadas com práticas cruéis e de pretenderem que elas não tenham lugar.

O Homem, o touro e o cavalo, entre muitas outras espécies, embora possuindo exteriores e aptidões diferentes, são criaturas com grande semelhança nos sentidos, nas necessidades vitais, nas reacções, na busca de segurança e liberdade, nas sensações de ansiedade, medo, susto, fúria, cansaço e esgotamento, dor, nas sensações provocadas por infecção e doença, no sofrimento por morte violenta.

Uma observação atenta e a ciência confirmam que a constituição física destas espécies, o funcionamento dos seus organismos e as suas reacções e comportamentos, embora diferentes, são muito comparáveis.

Os animais são dotados de irritabilidade e de sensibilidade. Os estímulos são captados por receptores e transmitidos através de trajectos nervosos a centros nervosos. Todos estes elementos, alem de terem funções comparáveis, são semelhantes nos vertebrados e praticamente análogos dentre os mamíferos, grupo que inclui o Homem, o touro, o cavalo.

Todos os mamíferos experimentam ansiedade, medo, raiva, são atingidos pela dor e detestam de maneira semelhante o sofrimento que esta provoca, quer se trate do Homem, do cavalo ou do touro.

Pele e tecidos subjacentes são sensíveis à dor, logo também a zona da cernelha (zona acima das espáduas) onde são cravadas as farpas pelos «bandarilheiros» em Portugal e Espanha. O mesmo acontece a quando da acção do «picador» e da estocada do «matador» em Espanha e, contra a lei portuguesa, em Barrancos de Portugal.

Grandes diferenças residem, principalmente, na menor inteligência dos animais e na sua incapacidade de se organizarem e se queixarem por palavras perante o Homem.

Qualquer pessoa com alguma informação e compreensão reconhecerá, visto que, certamente, detesta a sua própria dor e sofrimento, que aquilo que os protagonistas centrais de cada tourada, o touro e o cavalo, têm que suportar na lide é uma tortura.


segunda-feira, julho 14

pensamento de hoje

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Depois de um excelente fim-de-semana, de descanso, de boa convivência, e mais umas quantas horas e distâncias percorridas a pedalar, é sempre difícil retornar ao quotidiano. Redireccionar vontades, regressar às horas rotineiras no gabinete.

Afinal o que nos move em retomar o trabalho, se passamos muito tempo a nos lamentarmos das segundas-feiras? Eu gosto de dinheiro. Quem não gosta? Não é pecado nenhum. O dinheiro possibilita que se viva com dignidade e prazer, e tanto uma coisa quanto a outra é de primeira necessidade. Mas há um limite entre o que se deve e o que não se deve fazer por dinheiro. Trabalhar por dinheiro? Básico. Apostar no Euromilhões? Quem não arrisca não petisca. Sorte? dessa tenho pouca, mas muita nos amores. Roubar? Nunca. Será que o dinheiro cresce? Sem ilusão nunca se vive...


Se fosse assim tão fácil!...

… é melhor regressar à terra, deixar-me de filisofias baratas, e fazer o que tenho que a fazer.

O que vale é que ando com as minhas energias tão positivas que tudo me passa... até estas segundas-feiras !

Boa semana... e para os que vão de férias, boas férias!

sexta-feira, julho 11

prrriuuuu... fora de jogo!

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Já assisti a muitos momentos hilariantes no futebol, ao vivo ou na televisão. Já berrei, assobiei, "gatuno", "és um ceguinho", "paneleiro", até de filho desta e daquela! Aos árbitros é claro, porque os há e disso não tenhamos dúvidas! Mas de bêbados não me lembro de alguma vez os ter elogiado! Não é que merecessem, só não o faço porque sou pelo “se beber não dirija… um jogo de futebol”!

Este fim-de-semana, um árbitro bielorusso que é considerado o melhor do seu país, segundo dizem, passou da conta e alegrou-se antes da partida. Durante a primeira parte do jogo não saiu de dentro do círculo central do campo, recusando-se até a mostrar cartões. Após o seu apito para o intervalo, demorou mais de 2 minutos a chegar à linha lateral, mas parece que chegou. Entretanto, assim que se preparava para reatar o jogo, desconfiaram do seu comportamento estranho, estava mais torto que nunca, e foi então convidado a sair, sendo escoltado, apoiado é melhor o termo, para fora do campo por uma suposta "dor nas costas". Após ter abandonado o relvado, foi levado ao hospital, onde os testes revelaram alcoól no sangue! Vodka, só pode? Se, como parece que a primeira parte decorreu quase sem problemas, o que estaria à sua espera no balneário para ficar naquele estado!

Eu cá tenho a minha teoria. Para mim o árbitro não estava nada com os copos. O terreno é que estava inclinado!






quinta-feira, julho 10

multifunções

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Os maiores prazeres da vida são grátis. O amor, a família, os amigos, o nascer e pôr do sol, as noites de lua cheia, o brilho das estrelas, os dons do tacto, gosto, olfacto, audição, visão, a boa saúde, as flores, a água, as nuvens, o sexo, a liberdade de fazer escolhas, a própria vida... estando nós plenos de todas as nossas funcionalidades!


quarta-feira, julho 9

tento na tecla, ó faxabôre!

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Como em tudo na vida é necessário ter-se bom senso. Certamente todos concordamos com a opinião da Patti. No meu caso subscrevo o seu texto todinho. Nunca fui tipo de entrar em discussões e polémicas inúteis e sempre respeitei as opiniões das pessoas. Não tenho por hábito meter-me em conversa alheia. Querem saber a minha opinião? Pois com certeza, só têm que a pedir. Mas também não gosto de diálogos surdos. Infelizmente alguns acabam por interpretar erradamente algumas opiniões e sentem-se julgados, muitas das vezes criando ódiosinhos de estimação.

Na vida real, fora da Internet e dos blogues, é natural que ocorra o confronto de ideias, no entanto parece que na vida virtual acontece com alguma frequência, e sem o bom senso necessário. Volta e meia acaba por surgir um grupo de pessoas que, mesmo com opiniões semelhantes e características mais ou menos comuns em determinados assuntos, por vezes, acabam por se envolver em discussões entre si, criando inimizades, sem se conhecerem pessoalmente.

Já presenciei isto em fóruns de discussão, comentários de blogues, principalmente nos dedicados a temas polémicos, como a política e o desporto, mas em blogues pessoais é um disparate. Um dos motivos para que tal aconteça, imagino, é que muitos pensam que a Internet é a última fronteira da liberdade. Que ali podemos fazer o que queremos, podemos dizer o que nos vai na real gana. Publicar por pensar e comentar por comentar.

Quem assim age normalmente incorre no erro de concluir que todos pensam do mesmo modo que ele, que o seu bom senso é igual ao de todos. Criam-se ambientes sem regras, sem moderação, sem qualquer limite, sujeitos à confrontação mas no mau sentido. E aí, de repente, estamos às voltas com discussões estéreis, sem fundamento, por vezes indecorosas. Para mim tudo se resume a uma questão de boa educação. Se visito determinado blogue e pretendo lá deixar a minha opinião, um comentário, até uma rectificação que sinta oportuna, certamente que o saberei fazer na exacta medida em que o que aqui escrevo também estará sujeito à opinião pública, e ainda bem.

Optei por não colocar algum tipo de regra ou moderação nos comentários deste blogue. Preferi ter "portas abertas" mas não aprovo que algumas “pestes virtuais” possam incumprir a ética. Reservo-me o direito de apagar qualquer comentário que julgue desajustado, inoportuno ou mal-educado. Mesmo até para terminar discussões à nascença, não quero deixar que um simples mal entendido se desenvolva.

Sendo eu um banal blogueiro, e não estando sujeito a critérios pré-estabelecidos dos assuntos que publico, tento evitar qualquer tipo de desentendimento. Vou usar dos direitos que aceitei à partida, fazendo-me valer do meu espaço, do meu “poder”, tendo a liberdade de estabelecer as regras com que me quero gerir. Espero ter apenas um pouquinho de bom senso no que faço aqui.


terça-feira, julho 8

e ainda me falta um mês para as férias!

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Alguns de vocês já devem ter tido aquela sensação de ver uma pessoa pela primeira vez e pensar que a conhecem de algum lugar? E assistir a um acontecimento do qual já tenham sido protagonistas em outra ocasião? Ou ao conversar com alguém perceber que já tinham falado exactamente as mesmas palavras anteriormente?

Mas o que é isto? Oh pá, mas isso é um “déjà vu”!

“Déjà vu” é quando nós vemos ou sentimos algo pela primeira vez e temos a sensação de já ter visto ou experimentado isso anteriormente. Dura somente umas fracções de segundo, traduz-se por uma estranha impressão de já ter vivenciado a cena presente e mesmo saber o que se vai passar em seguida, ainda que a situação que esteja a ser vivida seja inédita. O ”déjà vu”, ou paramnsia como também é conhecido, tem sido ao longo dos anos objecto das mais díspares tentativas de interpretação, mas para nós, comuns mortais, continua a ser um quebra-cabeças inexplicável.

Hoje mesmo voltei a sentir essa estranha sensação quando no local de trabalho participava numa conversa entre colegas. Aquela coisa esquisita de ficar a matutar, e acreditar, que já tinha participado naquela mesma conversa com os mesmos intervenientes, algures num tempo e espaço indeterminados.

Tentei perceber como se explica este fenómeno. A expressão francesa “déjà vu”, que significa “já visto”, é usada para referir um fenómeno que acontece no cérebro de diversas pessoas. O termo foi aplicado pela primeira vez por Emile Boirac (1851-1917), um estudioso interessado em fenómenos psicológicos. Existem várias teorias explicativas, tais como percepção, recordações longínquas ou até o sobrenatural, mas todas completamente vagas e subjectivas. O que dizem os estudos é que essa sensação é causada por um estado do cérebro, por factores neuroquímicos. Os especialistas afirmam que é uma experiência baseada na memória e que os centros de memória do cérebro são os responsáveis pelo fenómeno. Outros dados mais recentes apontam para que situações de stress ou fadiga possam favorecer, neste contexto disfuncional, o aparecimento do fenómeno, mas a causa precisa deste “curto-circuito” cerebral permanece ainda desconhecida. Até lá, até que as Neurociências venham fazer definitivamente luz sobre o assunto, vamos gerindo com uma pontinha de estupefacção e de incredulidade os nossos: “Esta cena parece-me familiar. Mas onde raio é que eu já vi isto?

segunda-feira, julho 7

pois bem!

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Devem já ter reparado que o gabinete ficou entregue a um xôr cozinheiro "Manuel Vá com Deus", todo contente por fazer horas extra com todo este tempo de antena, e a fazer de cicerone às visitas. Espero que se tenha portado bem com os tachos e não vos tenha chateado muito!

Contava eu andar por aqui a visitar-vos, recorrendo à internet institucional, mas um tal de xôr Servidor não esteve pr'aí virado e não me deixou alternativa do que apenas fazer este postinho muito mal-ajambrado.

Até amanhã, se a dona Internet quiser! E se não quiser, pois vão dizendo que a dita e o xôr Servidor andam de candeias às avessas, vou por cá fazendo o meu trabalhinho que é para isso que me pagam.

Toma lá que já almoçaste...